‹ Mélanges de poésie et de littératureChapitre 12 sur 41 · OS LUSIADAS DE CAMOENS · texte numérisé non relu

OS LUSIADAS DE CAMOENS

Canto III. oit. Il S.

Jr ASSADA esta tao prospéra victoria, Tornado Afonso à Lusitana terra , A se lograr da paz com tanta gloria, Quanta soube ganliar na dura guerra :

Oli caso triste , e digno da memoria , Que do sepulchro os homens desenterra ! Aconteceo da misera e mesquinha, Que despois de ser morta foi rainha.

Tu s6, tu, puro Amor, com força crua Que os coraçoens humanos tanto obriga , Deste causa à molesta morte sua , Como se fora perfida , inimiga : Se dizem, fero Amor, que a sede tua T em com kgrimas tristes se mitiga , He porque queres , aspero e tyrano , Tuas aras banhar em sangue humano.

EsTAVAS , linda Ignez, posta em soccgo, De teus annos coll.endo doce fruto , laquelle engano da aima , ledo , e cego ; Que a fortuna naadeixa durar muto;

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