DE LA PIÈCE PRÉCÉDENTE PAR M. A. G
Canta , e co'a ponta d'aza priguiçosa As âguas fere ! quai surri de gôsto Minimo que no berço se acalenta , Canta , doce Alcyon , e em mar sereno
Das ondas amimado vai boïando !
Meu termo de viagem se approxima !
Restam magoas — mas logo a paz das campas ! Nem hajas dô de mim , — longa tormenta Continua me acossou ; e eu antes quero Dormir no porto , que tremer de susto Sobre irritado escôlho.
Mas tu ! co'a ponta d'aza priguiçosa As âguas fere ! quai surri de gôsto Minino que no berço se acalenta Canta , doce Alcyon , e em mar sereno , Das ondas amimado vai boïando.
Mui feliz — nem fugistes a tua gente ; Nao corres triste e sô por sobre as âguas ! Que o ninho vai com tigo , e a patria toda Te segue e boia a o îado !
Longe. . . . bem longe o lar porque suspiro ! Longe. . . bem longe o que meu peito anceia !
E ser-me-hâ dado o ver . . . scutar ainda . . . Olhos. . . sons. . . que amo tanto ?
Terna amizade , nobre e pura chamma .
Do ceo descida ! — onde nao te acoitas , O gêlo do sepulchro la existe !
E hei-de eu viver. . , morrer. . , sem da minh' aima Ârcanos revelar ! . . da mento o facho Tem assim de apagar-se !
Que ! . . sô penhas ! e sô areal deserto ! Um ar pezado , uni ceo tempestuoso !
Mais triste do que a noite , — luz do dia Tao livida , que offende os olhos debeis ! Se n'esta muda praia houvera ao menos Um écho sô , que a voz me repetisse ! Uma flor murcha. . um tronco desfolhado! . . Um sô no ceo , umastro vacillante !
Quam grato me séria esse écho triste — A flor amortecida ; — quanto a estrella
Pallida — e esso tronco ja'lascado !
Dai-me — dissera — dai-me sympathia Oh î dai-me piedade !
Piedade. . . sim , porque eu soffro muito , Respiro a custo , um fardo — e é de morte Me opprime o coraçao — sim , piedade Porque eu morro , e a area movediça — Como veo funero — gelada fronte Me vai cobrir em brève.
Dizia , e tu passaste rente d'agua , Que roçavas co' as pennas azuladas , Teu canto respondeu a meus gemidos , Como som d'alaûde, contra os dedos Vibrando docemente.
Volta , cantor sonoro , tu me aprazes ; Responde ainda uma vez a meus lamentos .
Teu canto me parece hymno d'esperanças Tua brillante cor a cor dos ceos.
Canta, e co'a ponta d'aza priguieosa As âguas fere ! Quai surri de gôsto Minino que no berço se acalenta , Canta , doce Alcion , e em mar sereno Das ondas amimado , vai boïando ! i
LES TRIBUS EXILEES.
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Ou menez— vous ces enfans et ces femmes RACINE,
Sur les monts de Juda , la sauvage gazelle Bondit. Mais de Juda les enfans dispersés Errent au loin , traînant les fers de l'infidèle , Et du sol natal repoussés !
De son immortelle verdure , Le cèdre avec orgueil étale la beauté , La rose du Liban s'entr'ouvre , et fraîche et pure Lève un front virginal de parfums humecté.
Mais , hélas ! d'Israël les filles désolées
A leurs fronts palissans n'attachent plus de rieurs
Elles marchent éehevelées , Le sable du désert s'humecte de leurs pleurs.
— Malheureuses tribus errantes !
Par un soleil brûlant nos fronts sont dévorés
Nos poitrines sont haletantes , Nos genoux chancelans et nos pieds déchirés.
Où donc s'arrêtera notre pénible course? Pauvres captifs , où donc serons-nous transplantés \
Sur quelle rive , à quelle source Laverons-nous enfin nos pieds ensanglantés l
Nous , qui ne devons plus entendre le murmure Des flots de la patrie , où serons-nous portés ? Rongés par les vautours , par l'impie insultés , Où blanchiront nos os privés de sépulture {
Quel vent dispersera la cendre des proscrits ? — Les petits oiseaux ont leurs nids , Sur les rochers l'aigle a son aire , Le loup sauvage a sa tannière ,
L'hôte impur des marais, un lit dans les roseaux Le plus chétif insecte , un buisson qui l'abrite. Mais nous ! où reposer notre tête proscrite? Nous n'avons ni pays , ni temple , ni tombeaux !